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    publicado em 20 de setembro de 2021

    O que é a Gestão de Benefícios Corporativos?

    O mercado está cada vez mais competitivo. Para que as empresas possam atrair e reter os melhores talentos é preciso investir em estratégias que promovam a motivação e o engajamento dos colaboradores.

    Para isso, a implantação e o gerenciamento de benefícios corporativos são fundamentais para aumentar a atratividade e elevar a percepção da imagem da empresa como marca empregadora.

    Neste artigo, você vai descobrir: o que é a gestão de benefícios, qual o seu impacto na empresa e como ela pode tornar o seu RH ainda mais estratégico. Continue a leitura!

    O que é e quais as vantagens de implantar a gestão de benefícios corporativos?

    Todo ser humano possui uma necessidade a ser atendida. Para que uma equipe possa se desenvolver e entregar mais e melhores resultados, em uma organização, é fundamental que a área de recursos humanos saiba como identificar e gerenciar essas necessidades.

    A principal maneira de realizar esse processo é através da implantação e gerenciamento de benefícios.

    A gestão de benefícios corporativos tem como objetivo a administração das vantagens e estratégias oferecidas pela organização e que não compõem o salário dos colaboradores, gerando a percepção do “algo a mais” a ser oferecido pela empresa.

    Uma pesquisa, realizada pela consultoria Robert Half,  revelou que o pacote de benefícios oferecidos é um dos itens que geram maior atratividade entre candidatos, estando à frente de fatores, como a possibilidade de trabalho remoto, flexibilidade de horários e a própria reputação da organização.

    Além disso, um estudo publicado no Journal of Occupational and Environmental Medicine mostrou que: As empresas que investem no bem-estar dos seus colaboradores são 235% mais eficazes que as demais organizações.

    A implantação e o gerenciamento dos benefícios geram impactos que podem ser percebidos tanto internamente quanto externamente, oferecendo vantagens, como:

    • Aumentar o engajamento de colaboradores;
    • Promover a percepção de valorização do trabalho;
    • Reduzir o absenteísmo;
    • Gerar o diferencial competitivo;
    • Estimular e melhorar o desempenho;
    • Elevar o sentimento de pertencimento;
    • Agregar valor ao salário nominal;
    • Impactar positivamente o clima organizacional;
    • Diminuir o turnover da empresa.

    E para que os benefícios sejam implantados e administrados da melhor maneira, o primeiro passo é entender a diferença entre benefícios e direitos dos colaboradores.

    Qual a diferença entre os benefícios e os direitos dos colaboradores?

    Apesar de parecer simples, é comum que algumas empresas e gestores tratem como sinônimos os direitos e os benefícios concedidos aos colaboradores.

    No entanto, é essencial que seja estabelecida a diferença entre os conceitos para que futuros conflitos e ações trabalhistas não sejam ocasionados.

    Os direitos dos colaboradores são obrigações legalmente garantidas e asseguradas pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), sendo de responsabilidade legal da empresa o pagamento dos mesmos.

    Dentre os mais conhecidos estão:

    • 13º salário;
    • Férias remuneradas;
    • FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço);
    • Refeitório (caso a empresa possua mais de 300 colaboradores);
    • Vale-transporte;
    • Recebimento de salário até o 5º dia útil;
    • Descanso em feriados nacionais, estaduais e municipais.

    Diferentemente dos direitos do colaborador, os benefícios corporativos não são considerados obrigatórios pela legislação trabalhista. Mesmo assim, podem ser oferecidos pela empresa através do plano de remuneração institucional, sendo comumente classificados em benefícios financeiros e não-financeiros.

    Os benefícios financeiros mais comuns são:

    • Vale-refeição;
    • Plano de saúde;
    • Plano odontológico;
    • Gympass;
    • Vale-alimentação;
    • Bônus e premiações.

    Alguns dos benefícios não-financeiros mais praticados pelas empresas:

    • Horário flexível;
    • Home office;
    • Treinamentos internos;
    • Folgas em aniversários;
    • Licença maternidade e paternidade estendidas;
    • Programas de bem-estar e educação financeira;
    • No dress code;
    • Momentos de happy hour e interação entre colaboradores;
    • Funcionário do mês;
    • Ginástica laboral.

    Principais falhas no processo de gestão de benefícios corporativos

    A gestão de benefícios corporativos apresenta inúmeras vantagens para a empresa.

    Porém, é comum que algumas falhas e erros sejam cometidos durante o processo de introdução e gerenciamento, tais como:

    • Não realizar uma análise aprofundada sobre como os benefícios funcionam, quais os encargos a serem pagos e como outras empresas atuam no seu gerenciamento;
    • Não realizar uma pesquisa para entender quais os benefícios mais desejados pelos colaboradores;
    • Não comunicar de forma clara e objetiva quais os benefícios oferecidos e como eles funcionam;
    • Não promover o alinhamento do pacote de benefícios e o planejamento estratégico da empresa;
    • Esquecer de incluir/excluir um colaborador no pacote de benefícios após o processo de admissão/demissão;
    • Não documentar em planos, manuais e códigos sobre os benefícios.

    Como a gestão de benefícios corporativos torna o seu RH estratégico?

    Além de ser uma estratégia que oferece inúmeras vantagens para os colaboradores, a implantação da gestão de benefícios corporativos possibilita que a área de recursos humanos seja percebida como um setor estratégico na organização.

    Isso porque ela permite que a gestão de pessoas esteja intimamente alinhada com outros setores na organização. Por esse viés:

    • Financeiro (estruturando estratégias que permitam a implantação de um pacote de benefícios assertivo e demonstrando o impacto positivo nos resultados da empresa);
    • Operação (verificando quais as principais necessidades e desejos das equipes, além de analisar o desempenho individual de cada colaborador e promover a remuneração compatível com as entregas e os resultados);
    • Marketing (elaborando estratégias de endomarketing e employer branding no mercado);
    • Contabilidade (analisando as particularidades legais e limitações que cada benefício tem a ser oferecido).

    Dessa forma, a gestão de benefícios irá proporcionar maior integração e atuação do RH junto a outros setores, demonstrando a responsabilidade estratégica da área dentro da organização ao estabelecer vantagens, como:

    • Possibilitar a estruturação de um plano de cargos e salários;
    • Viabilizar a implantação de ferramentas de análise e gestão de desempenho assertivas;
    • Promover a meritocracia na empresa;
    • Facilitar a análise do posicionamento da empresa em comparação com concorrentes do mesmo setor.

    A implantação de uma política de gerenciamento de benefícios nem sempre é uma tarefa simples.

    Por isso, contar com o suporte de uma equipe especializada no assunto é fundamental para evitar que problemas trabalhistas venham a surgir.

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